O casal pode, portanto, continuar a utilizar o logótipo que foi criado por Tânia, cujo registo legal foi solicitado em agosto de 2024 e aprovado em janeiro de 2025 pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) — mesmo com o processo judicial aberto pela Louis Vuitton a decorrer, o que posteriormente deixou o pedido feito à INPI em suspenso. “O L é de ‘licores’ e o V de ‘vale’, que foi virado ao contrário para simbolizar as montanhas envolventes à freguesia. As folhinhas representam a natureza”, explicou Tânia ao JN — jornal que avançou tanto a notícia sobre o processo judicial quanto a da conclusão favorável aos portugueses.

O monograma da Louis Vuitton estampa as peças da marca desde 1896, quando o filho do seu fundador, Georges Vuitton, criou o logótipo com as iniciais “L” e “V” com o intuito de marcar a autenticidade das malas de viagem que eram vendidas. No processo que a marca de luxo perdeu contra os portugueses, foi alegado tratar-se de “produtos com a mesma natureza, destinados a satisfazer as mesmas necessidades do consumidor”.

Ao décimo dia em Nova Iorque dá-se o homicídio brutal. As últimas horas, o que aconteceu no quarto 3416 e a confissão de Renato sobre como matou Carlos Castro. O acesso aos ficheiros da investigação permite reconstituir toda a investigação ao crime. Ouça o quinto episódio de “Os ficheiros do caso Carlos Castro”, o novo Podcast Plus do Observador, narrado pela atriz Joana Santos, com banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir aqui, no site do Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir também aqui o primeiro episódio, aqui o segundo, aqui o terceiro episódio e aqui o quarto episódio]


Miguel Feraso Cabral